Acção 1
Notoriedade Institucional e Lançamento da edição
de luxo do fac-simile da «Crónica de D. João I»
de Fernão Lopes
'96
Estudo
Objectivo:
1/ Reforçar a Imagem corporativa da Empresa junto do mercado.
2/ Promoção e divulgação da obra.
Target:
1/ Órgãos de Comunicação Social (OCS)
2/ Potenciais clientes e líderes de opinião.
3/ Público em geral.
Comunicação:
Edição de grande prestigio e relevância histórica,
Finalmente, a oportunidade do público em geral poder admirar tal
obra.
Quem é o promotor por detrás da obra.
Projecto:
A obra em questão é impressionante em todos os aspectos:
Pela relevância histórico-cultural, pela extrema beleza das
iluminuras contidas, pela dimensão - 55 x 70 x 6 cm -, peso - 18Kg
- e... preço.
Foi exactamente a partir das extraordinárias características,
deste produto, que se desenvolveu a estratégia de aproximação
junto dos media, no sentido de lhes dar a conhecer a marca e o promotor
Ediclube, reforçando a sua notoriedade perante o mercado.
1ª fase - A campanha junto dos O.C.S. foi
levada a cabo durante três semanas, mantendo a estratégia
de ao dar a conhecer a obra (redescobrindo o original, a importância
do seu conteúdo, enquadramento histórico e suas características
invulgares) apresentar também o seu promotor, a área de
actividade e os seus outros produtos. Resultou esta fase, numa série
de artigos e notícias na imprensa generalista e especializada,
bem como entrevistas em rádio e televisão
2ª fase - O clímax de toda esta campanha
culminou num Evento temático (medieval), com um cariz fortemente
lúdico e cultural, impregnado de todos os ingredientes necessários
para cativar os vários interlocutores, a começar pelo espaço
escolhido - a Mãe D´Água.
Ao longo de um tempo igualmente medieval, 4 horas, foi servido um faustoso
jantar para 300 pessoas, entre jornalistas, potenciais clientes e líderes
de opinião, durante o qual se sucederam vários acontecimentos.
O ambiente cénico envolvente era de uma grandiosidade feérica
e o ritmo da noite foi pautado pelo espectáculo e pelas intervenções
de oradores como o Professor José Hermano Saraiva, o Ministro da
Cultura, o Duque de Bragança, a Directora da Biblioteca Nacional,
à qual foi oferecido o primeiro exemplar do livro, entre outros.
A “Crónica” foi a rainha da noite. O interesse gerado
à volta do enorme e belíssimo livro era de tal forma evidente,
pela ampla cobertura mediática, constantemente activa, que o evento
teve mesmo direito a duas intervenções em directo para televisão
nessa noite.
Entre os participantes neste universo cénico, como figurantes,
animadores, músicos e actores contavam-se várias presenças
mediáticas do meio do espectáculo. O Banquete foi soberbamente
servido pela Casa da Comida, com gastronomia da época. Ao longo
das semanas seguintes os diversos meios de comunicação presentes
(imprensa, televisão e rádio), relataram e comentaram o
acontecimento, resultando esse feedback numa poderosa campanha institucional
para a Ediclube
Esta acção provocou resultados imediatos em relação
aos objectivos propostos, tendo, inclusivamente, disparado as vendas desta
obra.
Acção 2
Lançamento do «Grande Dicionário Enciclopédico
Ediclube» Centro de Congresssos da F.I.L. Lisboa
Estudo
Objectivo:
1/ Continuação da estratégia «reforço
da marca "Ediclube" no mercado».
2/ Promoção e divulgação da obra.
3/ Angariação de novo mailing.
Target:
1/ Famílias (preferencial).
2/ Media (imprensa, televisão e rádio).
3/ Público em geral.
Comunicação:
O conhecimento ao alcance de todos. A Ediclube mais uma vez na linha da
frente.
Diferenciação da concorrência (venda postal) - actualidade,
prestigio, sucesso.
Projecto:
Inserida num projecto editorial totalmente diferente do anterior «Crónica
de D.João I», esta acção foi pensada na continuidade
da estratégia definida mas com uma abordagem também ela
totalmente diferente, diríamos mesmo diametralmente oposta.
Enquanto a “Crónica” era um produto exclusivo, impressionante
e mediático, o «Grande Dicionário» é
uma enciclopédia, sujeita por isso a uma concorrência enorme
e, à partida, a uma maior indiferença por
parte quer dos media quer do mercado consumidor (coincidiu inclusivamente
com o lançamento de duas outras enciclopédias).
Assim, a estratégia definida para esta acção, foi
a de provocar o interesse no produto através do impacto criado
à volta de um grande evento expositivo e a partir dele.
Como primeira linha de actuação, espaço e data foram
cirurgicamente escolhidos.
A oportunidade chegou com a «FIL Casa», que se afigurava ter
exactamente o “concentrado” ideal pretendido - “muitas
famílias”...
A opção tomada foi a de alugar o Centro de Congressos, em
simultâneo com a «FIL Casa» proporcionando ao público
a possibilidade de visitar «A Escalada Humana», ao longo de
um fim de semana.
Foi montado um circuito de raiz, constituído por 5 núcleos
temáticos: A Génese (descoberta vs. Invenção);
O relacionamento humano (interdependência social e económica);
O desenvolvimento científico e tecnológico (sala multimédia);
A reflexão (o espírito); As soluções e; A
conceptualização do futuro. No final, o núcleo «Universo
Ediclube», representativo da actividade da Empresa e seus produtos;
recolha de informação mútua (Empresa - Público).A
«Escalada humana» tinha como ideia global a imersão
do público numa enciclopédia ao vivo, explorando-se vários
temas, escolhidos para facilitar o carácter lúdico da acção.
Foram impressas diversas páginas do «Grande Dicionário»
em tamanho gigante que revestiram uma grande parte das paredes do circuito.
Nessas paredes foram montados expositores onde se colocaram peças
ou elementos representativos de cada tema. Para além das paredes,
construíram-se, também, várias estruturas como: fictícios,
passerelle, palco, audiovisuais, laser tridimensional, instalações
plásticas conceptuais, adereços e iluminação
faseada.
Toda a implementação no espaço seguiu um design moderno
e coerente, assegurando-se dessa forma a complementaridade entre todos
os núcleos.
O “recheio” artístico do evento ofereceu um sem número
de intervenções na área da música, dança,
moda, BD, artes plásticas, vídeo, performance e teatro protagonizadas
por vários artistas de renome.
A estratégia de comunicação seguiu a mesma linha
de orientação do projecto anterior: “media - público”,
sendo os objectivos uma vez mais atingidos com o afluxo de milhares de
visitantes do público
em geral.
Posteriormente, foram utilizados vários recortes de imprensa sobre
esta acção, como instrumento promocional no mailing de divulgação
do produto.
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